Uma biblioteca inglesa e a viagem de um pinguim

Uma biblioteca inglesa e a viagem de um pinguimDylan Luder / unsplash

Um certo pinguim se embrenha numa curta e psicodélica jornada, recheada de ficção científica, cores e mistério. E livros. Muitos livros. Cem obras, para ser mais precisa. Todas fazem parte da coleção Penguin English Library da editora Penguin Books. A animação, criada pelo premiado diretor Woof Wan-Bau, foi lançada para marcar a criação do selo que traz uma centena de romances de autores ingleses. “Livros para serem colecionados e partilhados, adimirados e guardados, obras que celebram o puro prazer da leitura”. É assim que a Penguin Editora descreve a coleção – e aguça a nossa vontade de ler e ter os exemplares.

A companhia nasceu em 1935, em Londres. Hoje, a Penguin Editora tem escritórios em 50 países. O primeiro foi criado nos Estados Unidos, em 1939, e o mais recente, na Irlanda, em 2003. A empresa é atualmente uma das “Big Six” – grupo das seis maiores editoras do mundo: Penguin, Hachette, HarperCollins, Random House, Macmillan e Simon & Schuster – e possui mais de 5 mil títulos disponíveis para impressão. No final de 2011, a Penguin entrou no mercado brasileiro ao adquirir 45% da Companhia das Letras. Essa foi a primeira vez que uma das “Big Six” investiu diretamente no Brasil.

Vimos no Menos 1 na Estante

Thais Marinho

Ainda são poucos os livros na minha estante e muitos na lista para serem lidos, mas a paixão por eles já está há muito tempo instalada. Hoje, cá estou, quase ex-jornalista, estudante de Letras, atualmente em terras hermanas, desbravando o argentinês e as literaturas hispano-americanas.